Casos clínicos

OCTUBRE 2016

El pericárdio não é um problema menor

Caso enviado pelos Dres. Pablo Merlo, Víctor Gordillo, Javier Juan Miguez, Demis Picone, Aldo Perusso y Mariana Casarone del Sanatorio Ramón Cereijo. OSME, Buenos Aires.
Paciente masculino com 25 anos de idade e antecedentes de linfoma de Hodking que no ano 2006 fez tratamento com quimioterapia e radioterapia cervicofacial.
Antecedentes de internação faz 15 dias por derrame pericárdico severo com sinais de tamponamento cardíaco associado a derrame pleural bilateral.

Idiomas disponibles

Corte no eixo longo paraesternal. Derrame pericárdico anterior e posterior (11mm) Epicárdio posterior hiperrefringente. Não há dilatação nem evidência de colapso das cavidades.
Movimento septal paradoxal.
Átrios de tamanho normal. Área da aurícula esquerda 12cm². Leve colapso do ventrículo direito a nível medioventricular. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 61%.
Perfil do fluxo mitral com rápida desaceleração (140ms) Relação E/A 2,3. Não foi detectado refluxo mitral.
Doppler tissular a nível do anel, apresentando velocidades semelhantes de onda E a nível septal e lateral, com uma relação E/E’ de 13,4
Variabilidade respiratória do enchimento tricuspide com velocidade de onda E variável entre 107 e 72 cm/s.

Decide-se pela drenagem pleural e realização de janela pericárdio pleural pela abordagem subxifoide, com biopsia e cultura. Evolui com atelectasia esquerda e pneumonia hospitalar.
Duas semanas depois interna novamente a terapia intensiva, pela recidiva do derrame pleural e pericárdico, apresentando no exame físico, ingurgitação jugular sem colapso inspiratório, hepatomegalia dolorosa e edemas de membros inferiores.
Imagem subxifoide com derrame severo e compressão do ventrículo direito

Realiza-se videotoracoscopia com decortização pulmonar e abertura de janela pleuropericárdica.
Evolui sem melhora clínica evidente embora teve normalização do derrame pericárdico.
Imagem no eixo curto demostra derrame pericárdico le posterior e derrame pleural.
Dilatação da veia cava inferior com colapso inspiratório menor que 50%
Inversão do fluxo numa veiasupra-hepática durante a sístole e inspiração.
Consideramos esta imagem como tendo alto valor para o diagnóstico.

Gostaríamos de conhecer a opinião dos leitores sobre o sinal presente na referida imagem, e se este poderia explicar a ausência de melhora clínica após a drenagem pericárdica.


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